Your address will show here 12 34 56 78
Notícias
Assim como varejistas e consumidores finais, oficinas mecânicas também têm utilizado a nossa plataforma como canal de pesquisa e de compra. A Autovila Bosch Car Service, em São Paulo, mostra como a tecnologia tem facilitado sua rotina de trabalho

O gerente Alessandro Maglio, da oficina Autovila Bosch Car Service, em São Paulo, utiliza muito a internet para consultar peças. E uma das ferramentas virtuais mais usadas é a nossa.

“Fomos apresentamos ao Canal da Peça pela Bosch, que tem parceria com a plataforma. Há alguns meses utilizamos como fonte de pesquisa de produtos”, diz. “Se precisarmos comprar, sem dúvida, vamos utilizá-la. É um excelente canal”, afirma Maglio.

Cerca de 80% dos produtos utilizados na oficina são da Bosch. “Quando não encontramos nos distribuidores, precisamos recorrer à internet. Mas, na maior parte das vezes, encontramos nos nossos parceiros.”

Para Jorge von Simson, proprietário da oficina, a plataforma tem otimizado o tempo na hora de fazer uma pesquisa. “É muito interessante a proposta e a facilidade em localizar peças específicas”, elogia.

+ Leia mais sobre como a internet tem ajudado o setor 

Oficina na internet

O gerente acredita que, em breve, as oficinas também vão vender seus serviços pela rede, como agendamentos e trocas de óleo e pastilha, que são serviços mais simples.

“Começa a ser natural a digitalização do setor, incluindo a comercialização de serviços. É uma tendência. Por enquanto, estamos criando um site institucional, mas, no futuro, também poderemos seguir esse caminho”, comenta.

Já sobre a criação de uma loja virtual, na qual venderia peças de reposição, o gerente descarta a ideia. “Não queremos misturar as coisas. E, também, nosso estoque não é muito grande, é de alto giro.”

 Mas se você se interessa em ter uma loja virtual, clique aqui!


A única estratégia de comunicação, até o momento, é o site – e o portal da Bosch, no qual estão listados na categoria Bosch Service, que localiza oficinas próximas aos clientes.

“Nossa carteira de clientes baseia-se em consumidores antigos e fiéis. Muitos também vêm através de indicação”, comenta Simson, que faz, em média, 70 reparações por mês. O tíquete médio fica entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil.

A internet como uma ferramenta extra

Pelo fato de a oficina estar localizada em uma famosa avenida de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, não é raro receber automóveis de luxo, que demandam peças mais difíceis de serem encontradas. “Nesses casos, a internet ajuda muito a localizar um item”, comenta Valdecir de Oliveira, um dos três mecânicos da oficina.


Uma pesquisa da Cinau (Central de Inteligência Automotiva), feita em 2016 com 488 reparadores independentes em todo o Brasil, constatou que as buscas por peças na internet são feitas por 88,1% dos entrevistados – 45,6% deles pesquisam diretamente nos sites dos fabricantes.

As compras pela internet já atingem 58% dos respondentes: 7 em cada 10 reparadores, segundo a pesquisa, optaram pela rede pela indisponibilidade da peça no fornecedor parceiro.

E mais: 1 a cada 3 reparadores fazem cursos pela internet; enquanto o YouTube é acessado por 85% deles. A busca por vídeos técnicos representam 94% dos usuários que acessam. Atuando na área há 36 anos, Valdecir não dispensa a rede também quando surge uma dúvida. “O YouTube explica tudo. Sempre vou à internet para assistir a vídeos. É muito útil para nós”, diz ele, enquanto troca a correia dentada de um Chrysler.

+ Leia também: Uma nova possibilidade para os mecânicos

Facilidades da rede

Entre uma pesquisa e outra de peças pela internet, Alessandro Maglio também aproveita a rede para uso pessoal. “Tenho carros antigos, então, a web tem me ajudado bastante para achar alguns itens”, acrescenta.


Há alguns anos, Maglio passou por situações complicadas na rede, ao comprar peças em um grande marketplace generalista. “Já paguei por produtos que não recebi. Felizmente, hoje, com a tecnologia mais avançada, nunca mais passei por isso.”

Jorge von Simson também é um e-consumidor. “Compro muitas coisas pela internet. Facilita bastante”, opina. “Mas quando o assunto é autopeça, prefiro deixar com o Alessandro”, diz.

Além do consumo de produtos, Simson não dispensa a rede para ter acesso às informações técnicas. “Entro muito em grupos e fóruns de dúvidas sobre mecânica. Por lá, acabo absorvendo bastante conteúdo”, diz.

+ Saiba mais sobre o nosso clube de vantagens 

“Se fosse para falar sobre uma carência do setor, seria informações técnicas. Temos que nos atualizar sempre”, afirma o profissional, que, por ser credenciado Bosch, tem acesso à cursos disponibilizados pela marca.

Oficina credenciada

Há 20 anos no mesmo endereço, a Autovila tornou-se credenciada Bosch em 1992, quando teve de alterar toda sua estrutura para os padrões da marca alemã.

“Na época, a Bosch reformou toda a nossa fachada. Tivemos que nos adequar às cores e ao padrão da marca, que é uma das mais respeitadas no mundo. Todo o investimento valeu a pena, pois ganhamos mais credibilidade no mercado”, afirma Simson.


Hoje, além de uma meta anual de compras na Bosch, o empresário tem de pagar uma taxa de publicidade à marca, que, segundo ele, traz vantagens. “A Bosch faz propagandas em revistas, sites e televisão. Para nós, também é bom”, comenta. “Inclusive, ter visibilidade no portal é bom para nós” diz ele, referindo-se à categoria Bosch Service na página da marca.

Tecnologia para conectar

Para manter contato com os clientes, uma ferramenta é indispensável: o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp. “Utilizamos muito, o tempo todo. Isso facilita o contato com os consumidores e distribuidores. É muito mais fácil tirar uma dúvida, mandar orçamento e foto”, diz Maglio.

+ Veja como o WhatsApp pode ajudar você a vender mais 

De acordo com o profissional, quanto mais clara a comunicação, melhor. “Isso vale também para quando vamos pesquisar alguma peça pela internet. Quando a descrição é bem feita, facilita bastante”, diz.


“O Canal da Peça tem uma ferramenta bem interessante: ao pesquisarmos o código de um produto, a plataforma também sugere itens de outras marcas. Isso facilita nosso trabalho, pois quando não encontramos o fabricante que buscamos, temos outras opções”, elogia.

Segundo ele, a plataforma, que já faz parte de sua rotina, não irá sair dela tão cedo. “Pretendemos, sim, continuar utilizando o Canal da Peça. Estamos gostando da agilidade da plataforma”, afirma. Afinal, como já dizia o cientista e escritor Benjamim Franklin: “tempo é dinheiro”.

0