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Você sabia que as vendas pela internet estão superando as do varejo físico? Saiba como você, varejista, pode aproveitar a tecnologia para faturar mais

Ser dono de um negócio próprio é o sonho de grande parte dos brasileiros. Já quem tem, almeja cada vez mais sucesso. Mas em tempos de inovação, não basta investir somente em uma vitrine: além de vislumbrar o futuro, é necessário saber enxergar o presente.

E o presente é indiscutível. O comércio eletrônico está com tudo. A boa notícia é que não importa sua área de atuação no varejo: colocou na rede, você vai vender. O Relatório Setorial de Setembro de 2017, da consultoria Lafis, aponta o sucesso da internet no Brasil, o que deve gerar muito mais negócios.

Em determinado trecho do estudo, uma constatação se destaca: “A proporção da população brasileira que passou a ter acesso à internet cresceu a níveis superiores ao registrado no mundo e em países gigantescos como a China, o que é um fato surpreendente e atrai muita atenção de negócios que buscam utilizar a web para oferecer produtos e serviços”.

Penetração da internet na população – 2004-2014



Para o coordenador executivo de marketing do Insper, Silvio Laban, a web será cada vez mais utilizada como meio de compra. “O leque de opções de produtos na rede é enorme, então é natural o cliente pesquisar na internet o que não encontra no varejo tradicional”, diz.

Os números são animadores para todos que pretendem ter um negócio virtual. Sobretudo, os varejistas de autopeças. Entre 2008 e 2014, o comércio online de autopeças cresceu entre 12% e 16%, a cada ano. Foi o que mostrou um importante estudo realizado pela consultoria alemã Roland Berger, em parceria com a americana Hedges & Company.

Não é à toa que varejistas de autopeças já consagrados no mercado têm investido no comércio virtual. Com uma loja online criada pela plataforma Canal da Peça, a Autopeças Molina têm feito bons negócios na web. “Hoje, cerca de 20% da nossa receita vem do e-commerce”, afirma Emerson Martins, gerente da Molina.

 Veja como é fácil vender online

Segundo Laban, esse tipo de representatividade não é mais incomum. “Há muitos varejistas que têm feito boas vendas na internet, representando até 25% de sua receita total”, comenta.

Dificuldades do setor

O Brasil tem muitas regiões que ainda sofrem com a falta de estrutura. Uma das grandes carências, em muitos desses locais, é o varejo de autopeças. 

Quem mora em cidades menores pode ter acesso restrito a produtos e serviços, como é o caso do futuro mecânico Rosálio Vital. Morador de Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, ele tem muita dificuldade para encontrar peças automotivas.

“No meu município, não consigo encontrar grande parte das peças que procuro”, diz ele, que é cliente da plataforma Canal da Peça. “Por isso, faço compras pelas internet.”

Para Romero Rodrigues, fundador do Buscapé e um dos nomes mais cotados quando o assunto é tecnologia, o setor de autopeças no Brasil é, de fato, ineficiente.



“Existe uma dificuldade muito grande em conseguir encontrar a peça certa para o automóvel. O público feminino, sem querer ser sexista, na maioria das vezes acha que está sendo enganado porque não existe muita transparência nesse mercado. Não existe porque há pouca eficiência”, afirma.

“Na realidade, a pessoa não sabe exatamente qual peça vai funcionar no carro nem como se abastecer desse item. Nesse contexto, acho que o Canal da Peça se diferencia no mercado porque consegue resolver o problema de quem está buscando uma determinada peça e, também, de quem não sabe exatamente o item que precisa”, diz Romero Rodrigues. 

Para ele, a modernização do setor já tem data definida. “A digitalização está acontecendo mais rápido do que as pessoas imaginam. Aquele catálogo antes cheio de graxa poderá ser consultado na própria oficina pelo celular. Acredito que em no máximo três anos, o mercado estará totalmente digital”, afirma.

+ Leia a entrevista completa com Romero Rodrigues

De olho no mercado digital

Fabricantes de peso no mercado nacional e internacional têm usado a internet como forma de solucionar carências. A companhia sueca SKF é uma delas.

“Nosso principal objetivo, através do portal Compreskf.com.br, é poder oferecer ao mercado uma resposta fácil e rápida para que mecânicos e aplicadores possam adquirir produtos diretamente de um lojista ou distribuidor SKF”, explica Fábio Fabri, coordenador de marketing da SKF no Brasil.

Dono de uma receita de US$ 8,5 bilhões, o Grupo SKF é um dos fornecedores líderes globais de produtos, soluções para clientes e serviços nos segmentos de rolamentos e vedantes.

Sua entrada no comércio eletrônico também servirá de impulso para o fortalecimento da marca no Brasil. “À medida em que colocamos nossos canais de suporte e informação detalhada à disposição de quem compra, este cliente se sentirá mais seguro e confiante para fazer o próximo pedido”, diz Fabri.

+ SKF entra na onda digital

Outra gigante do setor, a alemã Bosch também não tem poupado esforços para suprir as necessidades do mercado. Há mais de um ano, o Comprebosch.com.br é seu principal canal de comunicação e de vendas na internet.



“O investimento em uma plataforma digital é decorrente de uma análise de tendências de mercado e do forte crescimento das atividades empresariais no ambiente online”, afirma Raphael Couto, coordenador de trade marketing da divisão Automotive Aftermarket da América Latina da Bosch.

+ Saiba mais sobre a parceria da Bosch com o Canal da Peça

“Assim, a parceria com o Canal da Peça está diretamente alinhada com a estratégia da divisão de Automotive Aftermarket do grupo de estar inserida no meio virtual com o objetivo de proporcionar ainda mais facilidade e atrativos aos reparadores, lojistas e clientes de todo o País no que diz respeito à disponibilidade de produtos e serviços da companhia”, diz.

Avanço digital

Além da maior variedade e da certeza de encontrar o item que procuram, os usuários também levam em consideração a comodidade, a possibilidade de comparar preços e o acesso a benefícios exclusivos de lojas online. Essas características têm desbancado o varejo físico. Pelo menos, este Natal será mais digital do que nunca.

Segundo um levantamento feito em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), neste ano, pela primeira vez, as lojas online ultrapassaram os shoppings centers como o local de maior concentração das compras de Natal.

Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016.

Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação.

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

De acordo com o diretor de marketing da empresa brasileira MTE-Thomson, Alfredo Bastos, a web já é um complemento fundamental do varejo físico. “Além de a internet ser ótima para produtos com menor giro, ela tem sido utilizada como fonte de pesquisa antes da compra em uma loja física”, acrescenta.



“O acesso, tanto para encontrar produtos como para informação técnica, está em primeiro lugar na rede. As vendas pela web já são uma realidade”, diz Alfredo.

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Vantagens exclusivas

Se você costuma fazer compras pela internet, certamente já se beneficiou com cupons de desconto ou frete grátis. Lembra-se do futuro mecânico de Sidrolândia? Rosálio Vital sempre aproveita esses benefícios.

+ Saiba mais sobre frete

“É muito bom saber que posso, mesmo longe, comprar itens que não encontro na minha região sem ter de pagar mais por isso”, afirma ele, consumidor das marcas MTE-Thomson, Delphi e SKF, responsáveis pelos cupons e frete grátis.

 Veja como usar os cupons de desconto

Os varejistas cadastrados no Canal da Peça não têm nenhum prejuízo com essas ações. Pelo contrário, já que são reembolsados a cada venda.

“Essas campanhas promocionais são excelentes. Algumas peças saem de graça para o cliente e, com isso, ele compra mais vezes”, diz o lojista Ricardo Simões, da Auto Brasil Motorpeças.

E você, varejista, ficou interessado? Cadastre sua loja na maior plataforma de autopeças do Brasil e venda para todo o País!

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Há 54 anos no mercado de reparação, a mecânica Foxcar não parou no tempo. Pelo contrário: a tecnologia é uma das principais ferramentas para o bom andamento do negócio

Se você é do ramo de reparação e está lendo essa matéria, sabe que para ter sucesso na área o profissional deve oferecer bom atendimento e serviço, e passar um orçamento justo.

Mas os mecânicos não têm tempo de ligar para todos os distribuidores e varejistas para saber o preço de uma peça, afinal, o trabalho é cobrado por hora e o cliente não tem paciência de esperar. É nesse momento que a internet entra para salvar a vida de quem atua no setor.

Considerados avessos à internet, os mecânicos têm mudado essa fama. Há tempos, ela não corresponde com a realidade dos profissionais automotivos. A rede tem ultrapassado limites de comunicação, antes intransponíveis neste setor.

Hoje, por causa da internet, mecânicos e consumidores finais podem tirar dúvidas e estreitar relações com fabricantes, distribuidores e varejistas. Uma verdadeira revolução no mercado de reposição.

A web também serve como um fonte de estudo para muitos profissionais automotivos, que, através de um clique, acessam um universo de novidades e oportunidades para crescerem mais na área.

+ Leia mais: Uma nova possibilidade para os mecânicos

Além da comunicação mais afinada e o acesso à conteúdos técnicos, a internet tem sido utilizada para comparação de preços e, é claro, para compra de autopeças.



“Nós, de oficina, não temos preconceito nenhum com a internet, inclusive, a utilizamos muito para pesquisa e até para compra”, afirma Reinaldo Nadim, proprietário da Foxcar, localizada na Vila Prudente, em São Paulo.

Um novo momento para o setor

A tecnologia, inclusive, é uma forte aliada no dia a dia da Foxcar, uma das oficinas mais tradicionais da Zona Leste da cidade. Fundada pelo pai de Reinaldo, o sr. Roberto Nadim, em 1963, o espaço, que antigamente chamava Paulifusken, foi rebatizado de Foxcar em 1994.

Hoje, o espaço de 550 m² é cenário de trabalho de cinco mecânicos, que não dispensam a ajuda da rede quando surge uma dúvida. “Disponibilizo computadores para esse tipo de pesquisa. Temos um dedicado apenas para baixar catálogos de fabricantes”, afirma Reinaldo Nadim.

Mudanças positivas

Nos primeiros anos da oficina, lá na década de 1960, a rotina era bem diferente da atual. O processo era mais lento, não existia telefone, muito menos a internet para facilitar o trabalho.

As compras de autopeças tinham de ser presenciais, nos distribuidores e varejistas; os orçamentos para os clientes eram passados apenas pessoalmente; e a pesquisa de peças e de informações técnicas somente em catálogos impressos, que muitas vezes não eram atualizados com frequência.

“A web trouxe mais fluidez para nossa rotina. Em vez de perdermos tempo ligando para varejistas, pedindo orçamento, em uma busca no Google conseguimos encontrar onde tem o produto e quanto custa. Temos que tomar decisões rapidamente, já que trabalhamos por hora”, diz Nadim. “Economizamos tempo e dinheiro, e passamos orçamento mais preciso para o cliente.”



A tecnologia trouxe também uma ferramenta que tem feito a diferença na vida de todos nós, inclusive, de profissionais automotivos: o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp.

 Confira os benefícios do uso do WhatsApp no varejo

“O aplicativo é sensacional, pois tiramos fotos e mandamos vídeos para os clientes, que muitas vezes não confiam nos mecânicos. Assim mostramos claramente o problema do carro e eles acabam confiando mais”, diz.

Uma ajuda extra

Mas, há um ano, a internet mostrou para Nadim uma plataforma que melhoraria ainda mais seu dia a dia, o Canal da Peça. Ela tem sido utilizada quando o empresário ou seus mecânicos não encontram um produto nos distribuidores habituais.

“Pelo código da peça e modelo do carro, conseguimos filtrar os produtos, fazer comparação de preço e encontrar os varejistas mais próximos. Quase sempre que pesquiso, o lojista Gainer, que já é nosso fornecedor há muito tempo, tem o produto”, explica. “Como estamos localizados no mesmo bairro, retiramos no balcão ou pedimos para o motoqueiro deles trazer a peça.”



De acordo com Alex Stamatto, vendedor da Gainer, de fato, a entrada em uma plataforma específica para o setor foi um divisor de águas. “Além da facilidade de criar uma loja virtual, o melhor é a visibilidade que ela nos dá”, opina.

 Faça como a Gainer e tenha também uma loja online

Um novo meio de compras

Os shoppings virtuais têm sido eficientes cenários de compra dos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce brasileiro cresceu, em 2016, 11% em relação ao ano anterior e obteve um faturamento de R$ 53,4 bilhões. A previsão, para 2017, é crescer ainda mais 12%, faturando R$ 59,9 bilhões.

+ Leia mais sobre o futuro do varejo 

Em vista dos resultados animadores, até quem nunca vendeu pela rede tem se interessado pelo assunto, como o próprio Reinaldo. “Quando sobra alguma peça no nosso estoque, sempre vendo pela internet. Penso, em um futuro não tão distante, montar uma loja virtual”, revela Nadim, que já saiu na frente de seus concorrentes. Ele comercializa os serviços da oficina pela web.

+ Veja mais: Uma loja virtual para chamar de sua

“Temos um site, no qual contamos nossa história, e já temos a opção de agendamento de serviços. Em breve, montaremos ‘combos’ de manutenção. Dessa maneira, o cliente já tem em mente quanto irá gastar na oficina mecânica”, explica.

 Aprenda a personalizar sua loja no Canal da Peça

Já a divulgação é feita na página da oficina no Facebook. “Alimentamos nosso canal com informações relevantes e matérias sobre o universo automotivo, mas não pretendemos fazer agendamentos por lá também.”

Credenciados da alemã Bosch, a oficina também pode ser encontrada no portal Comprebosch.com.br. “A marca é muito forte no mercado, impõe respeito e credibilidade. Estarmos presente no portal, em uma outra vitrine, é ótimo para nós”, garante ele, que chega a atender 140 carros por mês.

Agilidade em um clique

Para Reinaldo, a tendência do setor é ficar cada vez mais digital. “Hoje, damos preferência aos catálogos online. Ninguém quer mais ficar folheando até achar o que procura. Queremos agilidade. As marcas estão se digitalizando, então, não dá mais para andarmos para trás”, diz. “Baixamos também aplicativos dos fabricantes para termos, em nossas mãos, quando precisarmos”.



Um de seus mecânicos, Fabio Higa, aprova a iniciativa do chefe. “Acho muito importante contarmos com a ajuda da internet. Os vídeos também são muito úteis para nós. O setor carece de informações técnicas”, diz.

Atuando com oficina mecânica desde os 12 anos de idade, Reinaldo Nadim acredita que, em termos de facilidade, o setor está no seu auge. “Já vivenciei vários momentos e, hoje, tudo está mais cômodo por conta da internet. O mercado será digital em pouco tempo, o que irá, felizmente, agilizar ainda mais nosso trabalho”, afirma.

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Para vender cada vez mais, todo varejista precisa aderir às mudanças e ficar atento às tendências. A loja paulista Gainer fez isso e, hoje, comercializa seu estoque no principal marketplace de autopeças do Brasil, o Canal da Peça

Em 2009, quando as vendas pela internet não eram tão comuns, sobretudo no mundo de autopeças, a loja Gainer, localizada na Vila Prudente, em São Paulo, já expunha seu portfólio na rede.

Consolidada no mercado há quase duas décadas, seu primeiro e-commerce, criado por conta própria, serviu como uma espécie de teste para checar se o setor, de fato, estava preparado para a era digital.

“Tudo naquela época estava ficando online e se digitalizando. No entanto, a internet era mais usada para pesquisa. Hoje, ainda é, mas as pessoas estão perdendo o medo de comprar pela rede”, diz o vendedor da Gainer, Alex Stamatto.



Seis anos depois da primeira empreitada virtual, era hora de tentar algo novo, mais focado para o mercado. Foi nesse momento que Stamatto conheceu a plataforma Canal da Peça, criada especialmente para o setor de autopeças.

Com a premissa de facilitar a vida de varejistas de todo o Brasil, através da criação personalizada de uma loja virtual e de benefícios exclusivos, o Canal da Peça conquistou o vendedor.

+ Leia mais sobre o Canal da Peça 

“Por ser uma plataforma que tem parcerias com os principais fabricantes do setor e, ainda, oferecer vantagens para os associados, achei que deveria fazer o teste”, relembra. “O teste já dura três anos”, diz, aos risos.

E-commerce integrado

No entanto, ele não queria desativar totalmente o e-commerce da loja. Por isso, decidiram integrar os dois. Quando um cliente faz uma compra através do site oficial da Gainer, ele é direcionado para a loja virtual da marca no Canal da Peça.

“Fizemos isso para facilitar nossa logística interna. Nosso estoque virtual está no Canal da Peça, com informações técnicas e fotos. Não teria motivo abastecer e cuidar de dois canais de venda”, diz Stamatto, que mantém na loja virtual cerca de 40 mil itens, contra 200 mil da física. “O Canal da Peça ainda não tem todas as marcas de autopeças cadastradas. Aos poucos, vamos subindo nosso estoque.”

 Quer ter também uma loja virtual? Veja como é fácil

Para o profissional, a entrada na plataforma foi um divisor de águas. “Além da facilidade de criar uma loja virtual, o melhor é a visibilidade que ela nos dá”, opina.

“O marketplace do Canal da Peça é segmentado para o público que procura por autopeças, dessa maneira, nossa exposição é direcionada exatamente para os clientes que desejamos atingir”, diz Alex Stamatto.

Criação sem complicação

Ao decidirem criar uma loja no Canal da Peça, só foi preciso mandar o logotipo da marca, escolher as cores e enviar a Planilha de Estoque.

+ Saiba mais sobre Planilha de Estoque

“A equipe da plataforma é muito criativa. Nossa loja ficou ótima e completa em poucos dias”, diz. “Hoje, só precisamos atualizar a planilha e ficarmos de olho no nosso Painel de Controle, que fica ligado o dia todo. Qualquer novidade por lá, como aprovação de pedido, já estamos prontos para enviá-lo.”

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A Gainer também possibilita que afiliados comercializem seus produtos. Nesse caso, o vendedor recebe 5% de comissão, enquanto a loja continua pagando os mesmos 12% ao Canal da Peça.



Rosane Matos faz parte do grupo. “Acredito muito no setor de autopeças e, por isso, decidi me afiliar ao plano”, afirma. “Atualmente, uso o Facebook e o WhatsApp para enviar o portfólio de produtos compartilhados, mas acho importante ir além e apostar em outros meios de divulgação”, diz.

 Veja os benefícios do uso do WhatsApp no varejo

Vantagens de uma loja física com a comodidade da internet

Não exageramos em dizer que a loja virtual, criada pelo Canal da Peça, é completa. Depois de enviar o estoque, que ficará exposto na loja com todas as informações da peça e fotos – isso, por conta da parceria do Canal da Peça com os fabricantes -, outras funções comuns de um e-commerce são ativadas.

Entre elas, o Moip, uma ferramenta para pagamentos seguros online; diferentes tipos de frete; e suporte. “Um dos grandes atrativos é a vantagem de poder parcelar em até 12 vezes. Muitos clientes, inclusive, ligam para a loja perguntando se podem comprar pela internet por conta do parcelamento”, afirma Stamatto, que relembra um caso.

“Em uma ocasião, um cliente que morava em outro estado precisava de um produto que ainda não estava adicionado na nossa loja online. Liguei para o Canal da Peça e o meu consultor explicou que poderíamos também criar produtos de fabricantes que não estavam cadastrados. Fiz o cadastro e realizei a venda”, diz.



De acordo com o vendedor, o suporte do Canal da Peça, tanto para ele quanto para seus clientes, é excelente. “Sempre que precisei, pude contar com a ajuda da equipe. Quando um cliente tem algum problema, também o encaminhamos ao SAC, que resolve para nós”, comenta Alex.

Frete para todos os gostos

O Canal da Peça disponibiliza seis tipos de frete – CDP Entrega, Sedex, Pac, Retirada na Loja, Entrega Turbo e Entrega por Transportadora.

+ Leia mais sobre nossas opções de entrega 

“Os que mais utilizamos são os Correios, o CDP Entrega, que tem uma taxa fixada de R$ 19,90, e a Retirada na Loja”, diz Stamatto. “Também temos 30 motoqueiros para entregas na região”, comenta ele, que trabalha, ao todo, com 50 funcionários.

Benefícios exclusivos para associados

O varejista, que faz parte do Clube Profissional, consegue vantagens diferenciadas, como a possibilidade de comprar e vender utilizando cupons de desconto e frete grátis. “Isso nos ajuda a vender cada vez mais. Recentemente, a Delphi fez uma promoção e vendemos muito”, diz.

 Saiba mais sobre cupons de desconto

Segundo ele, outro ponto de destaque em ser membro do Clube é o fato da exposição nos marketplaces dos grandes fabricantes. “É um privilégio ter minha marca nos portais da Bosch, Delphi, SKF, Fras-le, entre tantas outras reconhecidas nacionalmente e internacionalmente.”

Setor conectado

A maioria dos pedidos feitos pela internet vem de consumidores finais, enquanto na loja física, de mecânicos. “Mas também percebemos que os profissionais da área têm utilizado muito a internet para pesquisar produtos, como uma espécie de ferramenta para a decisão de compra”, analisa.

Para Rafael Campion, cientista de dados do Google, a percepção de Alex está correta. “O varejo físico sem dúvida continuará importante, principalmente para categorias como alimentos e mesmo a de autopeças. Porém, o online será cada vez mais crucial para a decisão de compra”, afirma.

+ Leia a entrevista completa com Rafael Campion

Um estudo feito pela consultoria americana Forrester Research, por encomenda do Google, indica que 10% das vendas do varejo virão do e-commerce em 2021, mas outros 30% das vendas serão influenciadas pelo online, apesar de acontecer no offline.

“Mesmo o varejista que é 100% offline tem que estar de olho nas ferramentas online para promover sua loja e fazer parte da jornada de compra do consumidor”, diz Campion.

Canal da Peça X concorrentes

Antes do Canal da Peça, Stamatto também fez algumas vendas através de um grande marketplace, o qual não teve bom retorno. “Além de o processo ser muito burocrático, nós não temos tempo de cadastrar item por item nem de responder todos as perguntas dos clientes. Por isso, não foi bom para nós”, relembra.



Diferentemente do que ocorre no Canal da Peça, eles não precisam se preocupar com nada disso. “O SAC tira as dúvidas dos nossos clientes, o envio da Planilha de Estoque já resolve o cadastro dos produtos e, ainda, temos maior visibilidade no setor, o que, para nós, é fundamental.”

Futuro digital

Alex trabalha há 11 anos na Gainer. Começou como estoquista, atuou no telemarketing e passou pelo balcão até alcançar o cargo de vendedor. Durante esse tempo, pôde acompanhar todas as mudanças no varejo.

“Atualmente percebemos como é importante nossa marca estar presente na internet, pois amplia nossa rede de contatos. Hoje, vendemos para todo o País, especialmente para o Sul e para o Sudeste”, diz. “Fico muito orgulhoso de saber que a Gainer está crescendo e indo cada vez mais longe.”

De acordo com Stamatto, as vendas online ainda não superaram as da loja física, mas tem tudo para competir em um futuro próximo. “Não consigo imaginar a Gainer fora do mundo digital. Este universo só tende a crescer e queremos fazer parte dele sempre”, afirma. O Canal da Peça também.

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Você já conhece a plataforma Canal da Peça? Criada especialmente para o setor de autopeças, suas soluções tecnológicas têm ajudado varejistas que também querem vender online

Ter uma loja virtual é o objetivo de muitos varejistas de autopeças. Mas, sem tempo, eles acabavam deixando de lado o negócio virtual. No entanto, há quatro anos, isso mudou.

O Canal da Peça, plataforma que desenvolve soluções tecnológicas para o setor, oferece planos para todos os profissionais deste mercado. Ao entrar para o Clube Profissional, o associado terá, em poucos dias, uma loja virtual personalizada.

+ Leia mais: Uma loja virtual para chamar de sua 

Esqueça a ideia de que, para isso, terá de contratar uma equipe para separar item por item, tirar fotos e reunir informações técnicas de cada produto. O lojista não terá de criar uma loja do zero. E esse é o principal diferencial do Canal da Peça.

“Enviamos a Planilha de Estoque, que deverá ser preenchida com os itens básicos para a criação da loja, como código da peça, nome do fabricante, quantidade em estoque, preço, entre outros pontos-chave”, explica Diego Alencar, responsável pelo setor de vendas do Canal da Peça.

 Saiba mais sobre Planilha de Estoque

“Temos fotos profissionais de produtos das principais marcas, além de todas as informações técnicas desses itens, por conta da parceria com fabricantes como Bosch, Fras-le, Nakata, Delphi, SKF, entre outros.”

Loja quase pronta

Após o envio da Planilha de Estoque, a loja estará quase pronta, com apenas alguns detalhes a definir. “Já no Painel de Controle do lojista, o usuário consegue modificar todos os itens que fazem parte de sua loja: banners, logotipo, cores. É bem fácil.”


Fácil mesmo. Pelo menos, o varejista Rodrigo Santos, da Multpeças, nunca teve dificuldade. “Tentamos deixar nossa loja online no mesmo estilo da física, com as cores e o logotipo iguais. Assim, podemos manter um padrão”, diz. “Mas se quisermos alterar algum item, como produtos em destaque ou cor, conseguimos fazer a qualquer momento”, explica.

Compras online em alta

Essa é a hora de investir em uma loja virtual. De acordo com uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o comércio eletrônico, pela primeira vez, será o principal meio de compras neste Natal.

Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shopping centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

A categoria autopeças na internet também foi destaque na 2ª edição do Estudo do Setor de Autopeças. A pesquisa revelou que o setor cresce ao ritmo de 40% ao ano no Brasil, enquanto o varejo total apenas 25% no mesmo período. 

“Se você não quiser perder vendas neste fim de ano, ainda dá tempo de criar sua própria loja online. Que tal começar 2018 com novas metas e novos negócios?”, diz Alencar.

Alteração da loja sem complicação

No Painel de Controle, o lojista terá a opção de escolha do endereço da loja, cor e os produtos que ficarão em destaque. Caso ainda não tenha um logotipo, a equipe do Canal da Peça criará um especialmente para a sua página.

Além do logotipo, que ficará na parte superior da página, identificando sua marca, banners de promoções e de produtos também estarão disponíveis em sua loja virtual.

“Para mantermos o padrão, costumamos utilizar sempre os mesmos banners, criados pelo setor de conteúdo técnico. Como, por exemplo, de peças para o motor, com um motor ilustrando, e também de fabricantes, como a Bosch”, explica Tiago Souza, consultor de e-commerce do Canal da Peça.


A loja virtual pode ser acessada através do computador, tablete ou smartphone. “O site é totalmente personalizado, menos a estrutura que não pode ser alterada”, avisa Souza.

Modificar ou adicionar mais informações

Sua loja está pronta, mas ainda não está satisfeito? Não tem problema: você pode mudá-la a qualquer momento, inclusive o endereço do seu site. Para isso, você deve entrar em contato com um dos consultores. Para adicionar mais informações, basta acessar o Painel de Controle e clicar no ícone Personalização da Loja.

Nessa categoria, você terá acesso às Configurações da Loja, ícone que possibilita mudanças visuais. “Você poderá alterar dados de contato, editar cores, descrever o perfil da empresa, na categoria ‘Quem Somos’, incluir subtítulo na página e inserir vídeos. O usuário terá um e-commerce completo e visualmente bonito em poucos cliques”, afirma Diego Alencar, que ao lado de sua equipe, é responsável por mais de 300 lojas criadas pelo Canal da Peça.

Quero destacar os produtos que mais vendo

Já se passaram alguns dias e você já tem a relação de produtos que estão fazendo mais sucesso na sua loja virtual? Esses itens podem – e devem! – estar em destaque em sua página.

“Para destacá-los, você deve acessar a Personalização da Loja e clicar no item Produtos em Destaque. Essa categoria ativará a escolha das peças que irão estar na home do seu site”, diz Tiago Souza.

“É possível também destacar as melhores marcas, acessando Marcas em Destaque, categoria que elege quatro fabricantes que serão exibidos em sua página inicial.”

 Saiba mais aqui

Quero divulgar minha loja. Qual é o melhor canal?

Para vender cada vez mais, a propaganda é fundamental. Graças à tecnologia, a divulgação de seu negócio está cada vez mais fácil. Redes sociais, como Facebook e Instagram, são excelentes canais.

O varejista Rodrigo Santos, da Multpeças, não dispensa o auxílio das redes sociais para promover seu negócio online. “Sempre que temos alguma promoção ou queremos destacar um produto, divulgamos o link na nossa página no Facebook. O retorno é garantido”, ensina Rodrigo Santos.

Além das redes sociais, membros do Clube Profissional também garantem a exposição da loja nos portais de fabricantes parceiros.


“Não estávamos online antes. O Compreskf.com.br nos abriu esta porta”, diz Meire Vaz, gerente administrativa da Abecom. “O mercado de vendas online possibilita que o comerciante se torne mais conhecido em um novo universo de potenciais clientes”, opina.

Há, ainda, uma ajuda extra para a venda, pouco utilizada para fins comerciais: o WhatsApp. Além de ser um facilitador para a comunicação com clientes, o aplicativo de mensagens instantâneas pode ser um canal de divulgação de promoções e até de finalizações de vendas.

+ Leia mais sobre o WhatsApp no varejo

“O usuário pode mandar o link de um produto específico ou da loja, assim, elevará as chances de o cliente fechar negócio através do WhatsApp mesmo”, opina Tiago Souza.

Já tem varejista fazendo o teste. “Usamos muito o WhatsApp para falar com nossos clientes, mandar orçamento e informações de produtos. É uma maneira mais assertiva de fecharmos uma venda”, afirma Hamilton Tadashi Sueyasu, da loja Rhaltec, no Canal da Peça há três anos.

 Confira os benefícios do WhatsApp nos negócios 

Como faço propaganda em minha loja virtual?

Agora se a ideia é promover um produto em sua própria vitrine online, basta clicar em Campanhas e preencher as informações, entre elas nome da campanha, descrição, prioridade, início e fim.

O próximo passo será adicionar o banner da campanha. Para isso, entre na categoria Banners e insira as informações: escolha qual campanha estará veiculada ao banner, sua localização no site, o título da promoção e o conteúdo.

“No campo Imagem, escolha o arquivo que deseja inserir. Já na URL de Destino, coloque o link do produto que irá direcionar o usuário quando ele clicar na campanha”, explica Alencar.

Todas essas ferramentas irão deixar sua loja mais completa. “Como todo o Canal da Peça, qualquer alteração é um processo simples. A plataforma é bem intuitiva e de fácil entendimento”, afirma Souza.

E aí, que tal terminar o ano com uma loja virtual no maior marketplace de autopeças do Brasil?

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Há 25 anos presente no mercado paulistano de autopeças, a loja Rhaltec decidiu expandir suas vendas para todo o Brasil. Para isso, a internet tem sido utilizada como peça fundamental para sua transformação nos negócios

Em 1963, o comerciante Tadashi Sueyasu recebeu como herança de seus pais, também comerciantes, um alto valor em peças automotivas. Entre repassá-las para outro lojista ou abrir seu próprio negócio, o instinto empreendedor falou mais alto.

Hoje, aos 77 anos, o sr. Tadashi atua como conselheiro do filho Hamilton Tadashi Sueyasu, que seguiu os mesmos passos da família.

Mas a loja de Hamilton, a Rhaltec, não nasceu em um bom momento no País: abriu em 1993, pós-governo Collor. “Foi uma fase muito difícil para todos e o dinheiro não podia ficar parado, tínhamos que investir em algo. Por toda nossa vivência no mercado de autopeças, esse ramo foi nossa primeira opção”, relembra Hamilton.

Opção, segundo ele, correta. “Claro que vivemos altos e baixos, como em todas as áreas do comércio, mas gostamos muito do que fazemos. Isso supera qualquer dificuldade.”

A loja está localizada em uma movimentada avenida na Vila Santa Catarina, na zona sul de São Paulo. O amplo espaço, de 500 m², emprega oito funcionários e tem cerca de 23 mil itens cadastrados, uma grande porção deles destinada para a parte elétrica de automóveis.


“O segredo é entender e, acima de tudo, gostar do que faz”, diz Hamilton, ao explicar como mantém um negócio, no mesmo endereço, há quase três décadas.

Mas mudar faz parte do jogo…

A família Sueyasu é aberta à mudanças. Sobretudo, aquelas que são essenciais para continuar no disputado varejo de autopeças.  

“Tivemos que nos adequar às mudanças durante todos esses anos: fomos mais segmentados, depois generalistas e estamos voltando a um nicho específico, que é o elétrico”, diz.
 
“São transformações naturais e que acompanham tendências, como a internet, por exemplo. Não tem como, hoje, vivermos sem ela”, opina Hamilton.

Tecnologia no setor de autopeças

E falando em internet, ela tem dado uma força no negócio da família Sueyasu. Há quase três anos, Hamilton mantém no Canal da Peça uma loja virtual. “Achei fantástica a proposta da plataforma, por ser voltada para a comunidade de autopeças. O que mais me surpreendeu, no primeiro momento, foram as parcerias com os grandes fabricantes”, diz.

+ Saiba mais sobre o Canal da Peça 

Desde o início, a funcionária Izabella Souza é a responsável pela Rhaltec.canaldapeca.com.br: do envio da planilha de estoque ao despacho dos produtos. 

 Conheça nossas opções de frete


“Não é todo dia que vendemos pelo Canal da Peça, mas fazemos, com frequência, bons negócios. Nunca tive problema com a plataforma e, aos poucos, fui aprendendo a utilizá-la”, comenta Izabella. “Ela já vem pronta, então, nosso trabalho é manter o estoque da loja atualizado.”

  Veja como funciona nossa planilha de estoque 

E quando surge uma dúvida, ela corre para o nosso SAC. “Os consultores sempre nos ajudaram e foram atenciosos. O atendimento é excelente”, afirma. “O e-commerce está em alta no Brasil e, cada vez mais, chegam novos consumidores.”

E é verdade. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce brasileiro cresceu, em 2016, 11% em relação ao ano anterior e obteve um faturamento de R$ 53,4 bilhões. O ano fechou com 179 milhões de pedidos.

“Em 2017, o e-commerce nacional deve crescer 12% em relação a 2016 e faturar R$ 59,9 bilhões. O ano deve registrar mais de 200 milhões de pedidos nas lojas virtuais”, diz Rodrigo Bandeira, vice-presidente da ABComm.

+ Leia na íntegra a entrevista com Rodrigo Bandeira 

Frete para todos os gostos

De acordo com Izabella, a Rhaltec disponibiliza todos os tipos de entrega da nossa plataforma. No entanto, os mais comuns são os Correios, a Entrega Expressa e a Entrega Turbo.

“Temos dois motoqueiros que fazem o envio para clientes da região. Quando a compra vem de bairro mais afastado, mas dentro da capital, sugiro a Entrega Expressa, já que o valor é fixo”, diz.


“Esse tipo de frete, oferecido pelo Canal da Peça, é muito interessante para os clientes: eles recebem o produto rapidamente sem ter de pagar muito por isso, diferentemente se tivessem que contratar um motoqueiro.”

+ Quer ter e oferecer frete grátis aos seus clientes? Saiba mais!  

Vitrine virtual completa e benefícios exclusivos

Além da loja criada pela nossa plataforma, Hamilton expõe seu estoque em um marketplace generalista e em seu próprio e-commerce.

“O Canal da Peça se difere por atingir um público específico e pela comissão justa. Além de ter informações técnicas, combinadas com os próprios fabricantes, fotos e condições especiais, como cupons de desconto e frete grátis. Minhas três lojas virtuais são completamente diferentes”, diz Hamilton.

Para o comerciante, outro ponto de destaque é a exposição de sua loja nos portais parceiros do Canal da Peça, como Bosch, SKF e Fras-le. “Sem dúvida, é muito interessante também podermos ser encontrados nesses canais. Isso ajuda a ganharmos força na internet.”

Venda sob encomenda e carrinho feito pelo lojista

No Canal da Peça, duas opções têm se destacado no Painel de Controle do varejista. Na Planilha de Estoque, existe a categoria Venda Sob Encomenda, a qual aceita pedidos de produtos que não têm no estoque do lojista, ajudando-o a não perder o cliente. 

 Veja como é fácil disponibilizar essa opção 

“Quando isso acontece, vamos atrás da peça com nossos distribuidores e pedimos ao cliente um prazo maior de entrega”, diz Izabella, que também monta carrinho para o usuário.

“Muitos clientes ainda não são habituados com a internet, então, eu monto o carrinho online para ele, com os produtos que ele precisa, e mando o link para finalizar a compra. Mais fácil e prático.”

WhatsApp e redes sociais: ferramentas indispensáveis

Para Hamilton, a tecnologia, mesmo que muitas vezes indiretamente, tem ajudado nas vendas e na divulgação de seus produtos. Como exemplo, o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp e a rede social Facebook.

“Usamos muito o WhatsApp para falar com nossos clientes, mandar orçamento e informações de produtos. É uma maneira mais assertiva de fecharmos uma venda. Já o Facebook, é usado mais para divulgação da nossa loja – tanto a física como a virtual.”

+ Leia mais sobre o WhatsApp no varejo

Uma ajuda a mais para o setor

De acordo com ele, uma ação que antigamente era feita por nós o ajudou muito a entender o novo cenário do varejo. “A webinar era excelente. Nós, lojistas, conseguíamos tirar muitas dúvidas sobre vendas online e sobre a plataforma”, elogia.

A webinar é uma espécie de videoconferência pela rede. Um ponto de encontro entre convidados e um palestrante sobre um determinado tema, com o objetivo de tirar dúvidas.

“Todo esse auxílio é importante para nós, pois assim conseguimos aliar a parte comercial com a técnica, utilizando todas as possibilidades da plataforma.”

A internet é o futuro

Hamilton é um webconsumidor, mas, ao contrário de peças ou acessórios para carros, os quais consegue através de distribuidores, seu passatempo preferido na rede é procurar livros.

“Eu e minha filha mais velha gostamos muito de ler, então, compramos muitos livros pela rede”, diz. “Já vivi todas as fases: a do fax, do telex e, agora, da internet. Acho importante acompanharmos as tendências.”


Para ele, todos os segmentos do varejo serão beneficiados com a web. “Compra-se de tudo na rede: comida, roupa, viagens. Por que não autopeças? Hoje, ainda, nossa loja física sai na frente em 20% em relação à loja virtual. Mas no curto prazo, não tenho dúvida de que as lojas online vão ultrapassar as físicas”, diz.

+ Confira a entrevista de Rafael Campion, cientista de dados do Google, sobre o futuro do varejo

Segundo o comerciante, por enquanto há um movimento de compras pela internet de consumidores mais jovens, mas os mais velhos também vão ter que se adaptar à rede.

“Em vez de um ponto físico, qualquer pessoa poderá comercializar produtos em locais afastados e menores, sem a necessidade de ter muitos funcionários. Esse é um caminho sem volta: o varejo e os consumidores terão que se adaptar”, finaliza.



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