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Canal da Peça na prática

Fomos até a Mello Autopeças, em São Paulo, para acompanhar como a loja utiliza a nossa plataforma no dia a dia. Confira as vantagens e veja como é fácil usar nossas soluções digitais

O Jabaquara, bairro localizado na zona sul de São Paulo e com mais de 220 mil habitantes, concentra mais de uma dezena de lojas especializadas em autopeças. Uma das mais conhecidas da região, a Mello Autopeças, tem utilizado um recurso a mais para turbinar suas vendas: a internet.

Além de ter um e-commerce próprio, o estoque da Mello é comercializado através de duas plataformas distintas – um marketplace generalista e o nosso, voltado para o setor de autopeças.

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“Utilizamos o Canal da Peça desde o começo da operação, em 2013, e tem nos dado bastante visibilidade na internet, mais do que em outros meios de venda na rede”, diz Douglas Mello, que com o pai, o sr. Marcos Mello, fundador da loja, ajuda a comandar o negócio familiar. “Na web, nosso maior volume de pedidos vem do Canal da Peça.”

Marketplace generalista ou segmentado?

Para Douglas, nossa plataforma sai na frente em comparação com uma generalista. “Também conseguimos vender através de outros sites, mas não tem a menor possibilidade de subirmos nosso estoque em outro marketplace pelo trabalho exigido”, afirma.

“Na web, nosso maior volume de pedidos vem do Canal da Peça”, diz Douglas Mello. Foto: Willian Andrade


“No Canal da Peça, por exemplo, já tem fotos profissionais das peças e descrições, que entram automaticamente no momento em que mandamos a planilha. Enquanto em outros sites, temos que cadastrar item por item, tirar fotos e fazer as descrições sozinhos”, compara Douglas, que utiliza o sistema de integração (API), que conecta a planilha da loja ao nosso sistema.

Cupons de desconto e frete grátis: benefícios extras 

Segundo Mello, há outras vantagens em utilizar as ferramentas do Canal da Peça. “Quando podemos oferecer ações, como frete grátis e cupons de desconto, nossas vendas aumentam ainda mais. Essas promoções são excelentes, pois estimulam a compra”, afirma. “Nesses casos, o Canal da Peça nos reembolsa posteriormente. Nunca tivemos problema”, explica.

Planilha de produtos: o que é?

Além de Douglas, mais três funcionários que integram a equipe de compras, são responsáveis pela atualização da planilha de produtos – item imprescindível para criar a loja na nossa plataforma.

Após o cadastro, o nosso suporte envia o modelo de planilha padrão. Depois de preencher o documento, que contém código da peça, fabricante, quantidade e preço, a loja virtual estará no ar em até 24 horas.

 Veja como é fácil ter uma loja virtual!

A página será personalizada com o logo do varejista e banners de fabricantes. O lojista tem a liberdade de escolher os produtos que ficarão em destaque e a cor da loja. O acesso poderá ser feito através de qualquer dispositivo, seja smartphone, tablet ou computador.


Douglas Mello conferindo o painel de pedidos / Foto: Willian Andrade


“Foi realmente muito fácil e rápido criar a loja no Canal da Peça. O painel da plataforma, que mostra os pedidos, também é muito simples de usar”, diz William Ramos, do departamento de compras.

“A tela mostra os pagamentos, se estão em aprovação ou andamento, dados dos clientes, data, tudo detalhado. Vem mastigado e não temos trabalho para acompanhar os pedidos. Só temos que atualizar frequentemente.”

 Aprenda a usar a Planilha de Estoque 

Douglas ainda aprova o suporte que teve durante e após a criação de sua loja. “Sempre me ajudaram e solucionaram minhas dúvidas e problemas”, analisa.

O pagamento foi aprovado. E agora?

Cada varejista tem sua logística. Mas, na Mello, depois que o pagamento é aprovado, o pedido é impresso e um vendedor separa o produto. Após o processo, outro setor irá conferir o pedido.

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Se estiver tudo certo, a peça é encaminhada para uma sala, onde será embalada, cuidadosamente. “Quando as vendas são pela internet, temos cuidado redobrado. Há muitos itens delicados. Quanto mais proteção, melhor”, diz Douglas Mello.

Depois de embalada, uma etiqueta é colada na caixa. Antes da emissão da etiqueta, o funcionário deve emitir a nota fiscal. Se a compra for de fora do estado, a guia deve ser paga pelo varejista. Em seguida, a etiqueta poderá ser impressa.

A nova etiqueta do Canal da Peça. Foto: Willian Andrade


“O Canal da Peça melhorou muito nesse quesito. Antigamente, tínhamos que fazer o relatório do pedido, manualmente, e colar na caixa. Agora, a plataforma nos envia uma etiqueta com as informações da compra e endereço do destinatário. Mais fácil e prático”, elogia Mello.

Pronto para ser enviado

Com o pedido embalado e etiquetado, o envio dependerá da escolha do cliente: pelos Correios, nas opções Pac, Sedex e Sedex 10; transportadoras cadastradas pelos lojistas; Entrega Expressa, feita em até 48 horas por motoqueiros terceirizados; Retirada na loja pelo cliente; e Entrega Turbo, em que os motoqueiros do próprio varejista fazem a entrega.

+ Leia mais sobre nossos tipos de entrega 

Dos 65 funcionários da Mello, 35 são motoqueiros. “Disponibilizamos entrega para clientes da região, o que facilita o trabalho de muitos mecânicos, que não têm tempo de ir até uma autopeças”, diz Mello.


A Mello Autopeças disponibiliza motoqueiros para clientes da região. Foto: Willian Andrade


Entrega descomplicada

Por conta da parceria do Canal da Peça com os Correios, o lojista ainda consegue rastrear o produto. “Nunca tivemos contratempo com extravio, pois essa opção nos dá total controle. É ótimo para nós e para os clientes”, comenta Rafael Alvim, do departamento de compras.

Quando a entrega é pelos Correios, os pedidos feitos depois das 16 horas são enviados na manhã seguinte. A entrega pode demorar até cinco dias úteis.

Geralmente, na Mello, os motoqueiros vão duas vezes aos Correios – de manhã e à tarde. “Um dos maiores diferenciais de uma loja virtual é que ela está aberta 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso é fantástico”, comenta Douglas.

 Saiba mais sobre frete 

Segundo o empresário, o processo, que começa no momento em que o pagamento é aprovado, é rápido. “Não demora mais do que uma hora para estar embalado e pronto para ser entregue.”

Portfólio completo

A Mello Autopeças tem, em seu estoque físico, 43 mil itens cadastrados. Até o momento, para a loja criada pelo Canal da Peça, conseguiram levar 32 mil.

“Não conseguimos subir todos os itens ainda, pois alguns fabricantes não são cadastrados na plataforma. Mas esperamos que, em breve, a gente consiga ter nosso estoque todo na internet”, diz Ralf Santos, do setor de compras.

Mais de 1500 marcas já estão cadastradas no Canal da Peça e, a cada mês, esse número aumenta. Entre as fabricantes, destacam-se a Bosch, SKF, Nakata, Fras-le, Delphi e Cofap.

Outro diferencial da plataforma é que o varejista também tem seu estoque divulgado nos portais dessas grandes marcas, conferindo uma vitrine a mais na internet. “É mais um canal de venda e visibilidade”, comenta Santos.

A equipe de compras da Mello Autopeças. Foto: Willian Andrade


Satisfeito com os negócios na rede, o comerciante não pretende mais ficar offline. “Fazemos divulgação da loja nas redes sociais, como o Facebook, e inclusive vendemos por lá também”, afirma Mello. “Quero comercializar meu estoque em mais canais de venda”, diz, empolgado.

De acordo com Douglas, o Canal da Peça tem ajudado o setor. “A ideia de criar um shopping virtual foi genial: me ajudou, ajudou o cliente, está todo mundo feliz. Acredito que a plataforma tem tudo para progredir cada vez mais”, aposta.

Mello Autopeças: três décadas no varejo

Há 30 anos no mesmo endereço, a Mello Autopeças nasceu por acaso. O fundador, o sr. Marcos Mello, formado em engenharia civil e ainda no comando da loja, percebeu que o setor de autopeças poderia ser um bom negócio. “Na época, eu era funcionário de uma empresa de engenharia, mas queria ter meu próprio negócio. Conheci o sogro do meu irmão, um empresário muito bem-sucedido, que tinha uma autopeças, e me entusiasmei”, relembra. “A loja dele faliu, mas a minha continua firme”, diz, aos risos.

Bons negócios

A crise tem favorecido o setor de autopeças. “O brasileiro deixou de comprar carro novo, com isso, tem feito mais reparações”, afirma Douglas.

Douglas ao lado do pai, o sr. Marcos Mello: negócio em família. Foto: Willian Andrade


Os estudos provam isso. Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), a receita bruta do mercado de reposição de veículos na categoria leve cresceu 5,80% em 2016 em comparação ao ano anterior.

No Canal da Peça, a Mello também tem feito boas vendas. Com tíquete médio de R$ 100, alguns pedidos não saem por menos de R$ 800. “Vendemos muito para mecânicos, mas, na maior parte, é para consumidor final”, diz Douglas, que desembolsa 12% de comissão para a plataforma, a cada venda.

Os clientes podem pagar em até 12 vezes, no entanto, o varejista recebe em até 90 dias, independentemente se o número de parcelas ultrapassar três vezes. “Recebemos certinho através do sistema Moip, por transferência bancária. Nunca houve dificuldade. É muito bom.”

O setor na rede

Atento ao mercado de autopeças no Brasil, Douglas destaca que a internet tem contribuído, em especial, para regiões menos centralizadas. “Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, tem pronta entrega. Em locais mais afastados, os reparadores sofrem”, comenta.

Há mais de 30 anos no mesmo endereço, a Mello Autopeças é uma das lojas mais tradicionais do Jabaquara. Foto: Willian Andrade


“Em locais mais afastados, muitas vezes o tempo que um carro fica parado porque o mecânico não tem a peça pode ultrapassar 30 dias. É uma outra realidade. Com a internet, esse tempo é reduzido muito.”

+ Confira a entrevista com Rafael Campion, cientista de dados do Google, sobre o setor de autopeças na rede

Para ele, o Canal da Peça é um facilitador nesse quesito. “Ajuda bastante quem precisa de peças de alto giro e não pode esperar muito tempo. Acredito que, se continuar neste ritmo, a plataforma irá longe”, diz Mello.

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